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Quem somos... A monografia2001 - diggitamos há mais de dez anos vêm prestando assessoria a estudantes em geral; dos primeiros anos do curso superior até a graduação, pós-graduação, mestrado... O que fazemos... Se sua dificuldade é com Formatação, Resumos, Resenhas, Monografia, TCC... A experiência que vem sendo acumulada há mais de dez anos e a honestidade com que procuramos gerir nosso negócio é traduzida na garantia da prestação de bons serviços, sempre de acordo com a necessidade dos nossos clientes e na medida da nossa capacidade. Não nos comprometemos com aquilo que não temos competência para fazer. Por essa razão, todos os nossos serviços dependem de uma consulta prévia, a partir da qual identificamos a necessidade do cliente e, se houver possibilidade da nossa parte, colocamos em oferta os nossos préstimos. Pode entrar em contato com a gente. Estamos aqui para conversar e solucionar. |
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Conteúdo do Manual Conjunto de arquivos eletrônicos
000 - INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO
901 - Trabalhos prontos |
Agora ficou mais fácil! O Manual Prático do Trabalho Científico ajuda a resolver
Veja ao lado o seu conteúdo
Este Manual é destinado a estudantes em geral, vestibulandos, candidatos a concursos públicos, estudantes universitários, pós-graduandos, mestrandos, enfim, a todos aqueles precisam ou desejam dominar a arte de escrever e fazer trabalhos científicos, redação, relatórios, entre outros.
Seu conteúdo é orientado para uma um mínimo de teoria e o máximo de exemplificações práticas.
Na coluna da esquerda você tem uma visão de todo o conteúdo do manual. Observe como tudo é abordado de forma progressiva, a partir dos trabalhos iniciais dos primeiros anos e, ao mesmo tempo, como é oferecida uma grande facilidade de acesso a qualquer conteúdo desejado.
Para ter uma visão melhor dessa abordagem e também da facilidade de acesso, observe o conteúdo do Manual (abaixo e à esquerda) e veja como eles facilitam a pesquisa, permitindo a navegação por entre os principais aspectos que envolvem a elaboração de um trabalho, desde os pré-requisitos gerais até a apresentação final (formatação).
Blocos de conteúdos abordados no Manual
011
Conceitos Gerais 101
Pre-requisitos gerais 201
Trabalhos de primeiros anos (Simples) 251
Pesquisa - conceitos gerais 301
Trabalho Científicos - conceitos e tipos 401
Metodologia - Normas da ABNT 501
Pré-projeto e Projeto 601
Trabalho Científicos - elementos 701
EXEMPLOS E ESQUELETOS Você só precisa escrever ou "colar" o seu texto. 901 TRABALHOS PRONTOS
Dezenas de trabalhos prontos realizados por alunos de faculdades diversas... Resumos, resenhas, projetos de pesquisa, monografias, TCCs... Utilize-os como base para os seus próprios trabalhos.
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Turma do Fundão |
Conversas sobre redação - Dicas e sugestões |
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TEMA / TÍTULO e SUBTÍTULO O Tema e o Título, embora profundamente relacionados, não são necessariamente a mesma coisa; podem coincidir ou não. |
Título + subtítulo Trânsito: ou educação ou salve-se quem puder Título sem subtítulo Ou temos educação no trânsito ou salve-se quem puder |
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INTRODUÇÃO
(Tema, Problema, etc.) |
As ruas e avenidas das nossas cidades foram transformadas em um verdadeiro caos e não é exagero dizer que estamos vivendo a lógica do "salve-se quem puder". Mas até que ponto ou até quando esse caos pode ser suportado? E o que pode ser feito para reverter essa situação? Multas? Prisão dos infratores? Educação? Qual é a saída? |
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DESENVOLVIMENTO
(Principais pontos a destacar; Pontos secundários: dão sustentação aos pontos principais) |
A pressa dominou a todos. O prazer de dirigir perdeu espaço para a irritação. Todos julgam ter preferências no transito, inclusive o pedestre, o elo mais fraco - junto com os ciclistas, os motocilistas... -, os que mais se arrebentam. O desejo de nos mostrarmos está acima da necessidade de nos transportarmos; uns se mostram poderosos econômicamente, outros querem chamar a atenção com sons ensurdecedores, e outros querem se mostrar invulneráveis. Embora um tanto surrealista, não é difícil imaginar - e também presenciar - cenas como pedestres "voando" por entre carros, embaixo de uma passarela, motocilistas buzinando para que postes e muros saiam do seu caminho, e motoristas cometendo tantas infrações que poderiam ter suas habitilitações cassadas em questão de minutos ou de centenas de metros; o que ocorrer primeiro, tamanha é a dificuldade em respeitar um mínimo que seja as regras de trânsito. O que está acontecendo? Quais as causas para tanto "alvoroço" em nossas vias públicas? Quais são os fatores sociais, individuais, psicológicos, antropológicos, entre outros possíveis, que afetam a nossa capacidade mental e nos levam a sair para as ruas prontos para nos degladiarmos contra tudo e contra todos? Podemos acreditar que a solução é uma só: educação. |
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CONCLUSÃO
(Fechamento: conclusões, sugestões, etc.) |
Embora deva ser admitido que a educação é fator um tanto difícil de ser conquistado, tendo em vista uma infinidade de outros fatores que nos levam a desrespeitar as regras mais elementares de convivência, como a própria agitação e a competitividade da vida moderna, por exemplo, podemos acreditar que é pelo menos o caminho mais indicado. Ou seja, a despeito das mil dificuldades e das tantas razões que nos levam a "odiar" tudo que nos cerca, inclusive os nossos semelhantes, temos de apostar na educação como um caminho para começar a reverter esse quadro ruim que é o nosso trânsito. |
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Canto do conto, da crônica, da escrita... |
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A foto é mais bonita
Noutro
dia, por insistência da minha esposa, fui com ela visitar uma amiga
sua, mamãe recente. Atravessamos
toda a cidade de carro, até chegar no apartamento onde mora o feliz
casal, agora mais feliz ainda, com a chegada de uma linda criança para
enfeitar o lar. Por sorte era domingo, pouco trânsito, aborrecimento
menor. Fomos
recebidos com alegria, beijinhos no rosto, abraços entre as amigas,
essas coisas normais desses encontros que ocorrem com freqüência cada
vez menor nessa megalópole onde insistimos em viver, como se aqui fosse
o único lugar do mundo com possibilidade de vida. Fui apresentado ao
casal e esperávamos para ver o bebê; afinal de contas, ele era o pivô
de toda aquela odisséia de um domingo a tarde. Mas
antes veio a oferta do uísque, e tive de explicar que não bebia uísque.
Cerveja, então? Está bem! Mas só um copo pois estou dirigindo (meus
planos não era me deter muito por lá). Mas enquanto os homens tinham
pouco para conversar, as mulheres pareciam ter toda uma vida de
novidades para colocar em ordem. Além disso, tinha o bolo de chocolate
que a sogra trouxera no dia anterior e que minha esposa precisava provar
de qualquer jeito. Acho que era uma receita nova. Tinha os brigadeiros
que sobraram da festa do batizado, tinha café; um verdadeiro festim. E
na sala; fui obrigado a dizer que não torço para time algum e, ainda
assim, agüentar a mesma gozação que sofre aquele torcedor cujo time
foi para a segunda divisão. É que o bem humorado e prestativo marido
da amiga da minha esposa, não concebia, ou seja, não conseguia
acreditar que possa existir alguém nesse país que não torça para
time algum. Depois o assunto mudou para a Fórmula Um e eu já pensava
seriamente em apanhar uma revista do cesto em frente e me concentrar em
alguma leitura, deixando o anfitrião falando sozinho. E até teria
mesmo feito isso, se houvesse ali alguma revista decente para ler.
Sinceramente, as preferências literárias daquele casal me causavam um
certo asco. Será
que sou eu o chato que não torce para time algum, não gosta de Fórmula
Um e ainda por cima não se dá com leituras de "amenidades",
fofoquinhas sobre artistas de televisão e coisas desse tipo? E,
de repente, não mais que de repente (Salve! Vinícius), minha espinha
gelou só de pensar que o rapaz pudesse ter lido meus pensamentos e se
lembrasse do aparelho de TV ali em frente; 40 polegadas, última geração.
Só o controle remoto exigia um curso de três meses, com oito horas de
aula prática por dia até ser completamente dominado. -
Quer ver televisão? E
não é que ele tinha realmente lido os meus pensamentos? Gelei mais
ainda, tentando adivinhar que tipo de programa ele iria escolher para me
fazer sala. Como se eu não soubesse. Além do mais, já imaginou se ele
resolve perguntar quem eu eliminaria daquele reality
show de sucesso? -
Não se incomode - eu disse. - Não faço questão de televisão. Devo
ser realmente um chato. -
Música, então? Gosta de música? Era
melhor que nada, desde que, pelo menos, ele procurasse antes conhecer o
meu gosto musical ou então que deixasse tocar uma obra até o fim ao
invés de ficar mostrando pequenos trechos, o tempo todo. E
seu eu dissesse que gosto de música mas que tenho preferência por
aquelas de raiz, não comercial, e por aí afora? Por certo iria me
chamar de chato. Preferi então apressar minha esposa para irmos embora. -
Mas já? - interpelou a mamãe feliz. - Você nem viram o meu bebê
ainda. Esperem que eu vou buscar o álbum. E
ficamos uns quarenta minutos ou mais folheando o álbum de fotografias
do neném. Para um garotinho de apenas dois meses, até que ele já
estava bem familiarizado com as novas tecnologias. Havia nada menos que
três grandes álbuns com cerca de 60 fotos cada um. E
o feliz papai fazia questão de ressaltar que eram todas fotos tiradas
com máquina digital e depois transformadas em fotos comum, ou seja,
impressas. É que de tanto mostrar as fotos para os visitantes e
parentes, descobriram que é mais fácil vê-las assim, no álbum, ou
seja, à moda antiga, do que reunir a família em frente ao computador. E
tome foto! Foto do casamento (claro!, foi por aí que o bebê começou);
foto da mamãe barriguda; foto da mamãe barriguda assistindo ao futuro
papai enquanto ele lavava o carro na calçada, num dia de sábado (nem
precisei me esforçar para imaginar o som do carro naquele momento); uma
foto do futuro papai no volante do carro (e eu me perguntando o que
aquilo tinha a ver com o bebê); foto do hospital onde o bebê nasceu;
foto do médico que fez a cesariana, da enfermeira que assistiu ao médico...
Pausa,
por respeito ao leitor. ...
e é claro, também muitas fotos do bebe, desde o momento em que foi
arrancado da barriga da mãe por meio do mais natural sistema de parto
da atualidade: a cesariana, até seu banho de três dias atrás. -
As que tiramos ontem ainda não ficaram prontas - explicou gentilmente a
mamãezinha. - Mas na próxima vez que vierem... Para
falar a verdade, nunca vi um bebê tão devassado como aquele. Só
faltou mesmo a foto do seu primeiro cocô, do primeiro xixi. É que
essas coisas não costumam acontecer com hora marcada e então nem
sempre tem um fotógrafo de plantão para capturá-las. E
de tanta insistência (ou chatice) minha, acabamos deixando aquele
apartamento e o feliz casal com o álbum de fotografia do seu lindo bebê.
Minha esposa, inclusive, percebeu como de fato o bebê era lindo e mal
entramos no carro, comentou isso. -
Lindo e fofinho o filhinho deles, não é mesmo? -
Realmente! - concordei. - São fotos maravilhosas, muito bem tiradas, e
ficaram boas mesmo depois de serem convertidas do sistema digital para a
impressão em papel comum. Agora, quanto ao menino, já não sei te
dizer se é bonito ou não, pois ninguém me mostrou o garoto. -
E não é que é mesmo? - admirou-se minha esposa. -
E digo mais - acrescentei. - Se era para atravessar toda a cidade para
ver algumas fotos, não seria mais fácil tê-las recebido pelo correio?
Ou então, como estamos na era da tecnologia, que eles as enviassem para
nós via internet, já que eram fotos originalmente digitalizadas? Mas
depois, no caminho de volta, começamos a comentar e perceber a importância
da imagem nos dias de hoje. E chegamos à conclusão que o fazer já não
vale mais nada, pois o que importa é ver (e mostrar) o que foi feito. A
mãe de um bebê não acredita que você tenha de fato conhecido o seu
lindo filho, se não viu as fotos também. Ou, como nesse caso, as fotos
foram suficientes. Você
vai a uma festa qualquer e, na semana seguinte (ultimamente tem sido no
dia seguinte) é convidado a voltar para ver as fotos. E
se pensarmos direito, veremos que o turista viaja um fim de semana ou um
mês todo com a única preocupação de tirar fotos (ou gravar com sua câmara)
para depois ficar revendo infinitas vezes e, mais que isso, mostrando
para todos as delícias da sua viagem. Mas aí eu me pergunto, o sujeito
realmente aproveitou as delícias da viagem ou ficou apenas tirando
fotos? Antes
de chegarmos em casa, passando em frente a um motel, ocorreu-me então a
mais terrível das constatações sobre o efeito mágico da imagem no
imaginário do ser humano. É que com tanta facilidade para se tirar
fotos e gravar imagens, muitos casais estão adotando a técnica de
gravar até mesmo as suas relações sexuais, para assistir depois. E
aqueles que não dispõem de meios para gravar essas imagens, compram
imagens gravadas por outros. Quer
dizer, o gosto agora já não está mais em praticar sexo, mas sim em
ver o sexo sendo praticado. Chego
à conclusão então de que, do mesmo jeito que atravessamos toda a
cidade para ver fotos (e apenas fotos) de um bebê, não está longe o
dia em que os casais se recolherão em seus quartos, ou então irão
para motéis, apenas para assistir filmes sobre
relações sexuais... e nada mais. Ou então, o que é de
estarrecer, se porventura chegarem a transar, logo convidarão os amigos
para "compartilhar o prazer" de ver o filme. Crônica
escrita por Eudes Mazelli (abr/2003) |
O Manual Prático do Trabalho Científico ajuda fazer redações, escrever crônicas... |
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Mudanças na Língua Portuguesa Após o Acordo Ortográfico em vigor a partir de 2009 |
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ANTES (como era) |
ATUAL (como deve ser) |
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ALFABETO Nosso alfabeto passa a ter 26 letras, incorporando o K, o W e o Y. |
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A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, X, Z. |
A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z. |
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TREMA Em desuso na prática há um bom tempo, o trema passa a ser abolido oficialmente. |
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Agüentar, bilíngüe, cinqüenta, conseqüência, freqüência, lingüiça, tranqüilo. |
Aguentar, bilingue, cinquenta, consequência, frequencia, linguiça, tranquilo. |
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ACENTO AGUDO Nos ditongos abertos ("éi" e "ói") das palavras paroxítonas ATENÇÃO! Ditongos abertos em palavras oxítonas continuam acentuadas (céu, heróis, papéis, troféu, etc.) |
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Alcatéia, assembléia, bóia, colméia, geléia, heróico, idéia, jibóia, jóia, platéia |
Alcateia, assembleia, boia, colmeia, geleia, heroico, ideia, jiboia, joia, plateia |
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ACENTO CIRCUNFLEXO Em palavras terminadas com sílabas dobradas |
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Abençôo, crêem, dêem, enjôo, lêem, magôo, perdôo, vêem, vôos, zôo |
Abençoo, creem, deem, enjoo, leem, magoo, perdoo, veem, voos, zoo |
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ACENTO DIFERENCIAL Não se utilizam mais o acento audo ou circunflexo, que serviam para diferenciar algumas palavras. |
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Ele gosta de jogar pólo e sempre que vê uma quadra ele pára o carro para jogar. Os ursos do pólo Norte têm pêlos brancos e se escondem pelos caminhos de gelo. |
Ele gosta de jogar polo e sempre que vê uma quadra ele para o carro para jogar. Os ursos do polo Norte têm pelos brancos e se escondem pelos caminhos de gelo. |
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HÍFEN Veja esses casos |
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Quando a segunda parte de uma palavra composta começava por "s" ou "r", era necessário o uso do hífen. Agora não é mais, bastando apenas repetir as respectivas letras. |
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anti-religioso, anti-social, contra-regra, micro-sistema, semi-reta |
antirreligioso, antissocial, contrarregra, microssistema, semirreta |
| Também era usado o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que começa a segunda palavra | |
| Agro-indústria, ante-ontem, anti-aéreo, auto-aprendizagem, extra-escolar, infra-estrutura, semi-aberto, semi-analfabeto | Agroindústria, anteontem, antiaéreo, autoaprendizagem, extraescolar, infraestrutura, semiaberto, semianalfabeto |
| Era usado e continua sendo usado, nas palavras compostas em que a última vogal da primeira é igual à primeira vogal da segunda. | |
| Anti-inflamatório, auto-observação, contra-atacar, semi-interno, micro-ondas | Anti-inflamatório, auto-observação, contra-atacar, semi-interno, micro-ondas |
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