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Manual Prático do Trabalho Científico

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Quem somos...

A monografia2001 - diggitamos há mais de dez anos vêm  prestando assessoria a estudantes em geral; dos primeiros anos do curso superior até a graduação, pós-graduação, mestrado...

O que fazemos...

Se sua dificuldade é com Formatação, Resumos, Resenhas, Monografia, TCC... 

A experiência que vem sendo acumulada há mais de dez anos e a honestidade com que procuramos gerir nosso negócio é traduzida na garantia da prestação de bons serviços, sempre de acordo com a necessidade dos nossos clientes e na medida da nossa capacidade. Não nos comprometemos com aquilo que não temos competência para fazer. Por essa razão, todos os nossos serviços dependem de uma consulta prévia, a partir da qual identificamos a necessidade do cliente e, se houver possibilidade da nossa parte, colocamos em oferta os nossos préstimos.

Pode entrar em contato com a gente. Estamos aqui para conversar e solucionar.

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Conteúdo do Manual

Conjunto de arquivos eletrônicos

 

 

000 - INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO 
  
011 - CONCEITOS GERAIS 
021 - Conceitos teóricos 
031 - Conceitos práticos 
041 - Tipos de trabalho 
101 - PRÉ-REQUISITOS GERAIS 
111 - Ler e estudar melhor 
115 - As fases da leitura 
117 - Os resultados da leitura 
119 - A velocidade da leitura 
121 - Esquemas 
126 - Fichamentos 
141 - Resumos 
146 - Resenhas 
151 - Levantamento bibliográfico 
161 - Escrever melhor 
191 - Dez passos para desenvolver um trabalho 
  
201 - Trabalhos de 1º anos (Simples) 
211 - Folha de rosto 
213 - Sumário 
215 - A Introdução 
217 - O Desenvolvimento 
219 - A Conclusão 
221 - A Bibliografia (Referências) 
223 - Os Apêndices e Anexos 
  
251 - Pesquisa - conceitos gerais 
261 - Elementos da pesquisa 
266 - Os limites da pesquisa 
271 - Métodos e Técnicas 
273 - Quantidade X Qualidade 
276 - Tipos de pesquisa 
281 - Pesquisa bibliográfica 
283 - Pesquisa descritiva 
286 - Pesquisa experimental 
289 - Pesquisa de marketing 
291 - Roteiro básico da pesquisa 
293 - Especial: o Conhecimento 
  
301 - Trab. Científicos - conceitos e tipos 
311 - Tipos 
316 - Monografia 
321 - TCCs-Trabalho de Conclusão de Curso 
326 - Dissertação de Mestrado 
331 - Tese de Doutorado 
336 - Outros trabalhos 
341 - Atividades extra-acadêmicas 
346 - Metodologia - Formas de apresentação 
350 - Como fazer uma apresentação 
  
401 - Metodologia - Normas da ABNT 
406 - Redação e Estilo 
411 - Apresentação gráfica 
416 - Paginação 
421 - Elementos gráficos 
426 - Notas de rodapé 
431 - Citações (ABNT) 
433 - Citações (Vancouver) 
436 - A Bibliografia / Referências (ABNT) 
438 - A Bibliografia / Referências (Vancouver) 
446 - Encadernação 
  
501 - Pré-projeto e Projeto 
551 - O Projeto - conceitos 
552 - Projeto: Elementos da apresentação 
554 - O Tema, delimitação 
556 - A Justicativa (relevância, impostância) 
558 - O Problema (Problematização) 
560 - As Hipóteses 
562 - As Variáveis 
564 - Os Objetivos 
566 - A Metodologia (o Método) 
568 - O Cronograma 
570 - O Orçamento (Previsão de custos) 
572 - A Fundamentação teórica 
574 - A Bibliografia (Referências) 
575 - Os Apêndices e os Anexos 
  
601 - Trab. científico - elementos da apresent. 
611 - A Capa 
616 - A Página de Guarda 
621 - A Folha de Rosto 
623 - A Ficha Catalográfica 
626 - A Página de Aprovação 
631 - A Epígrafe (opcional) 
636 - A Dedicatória (opcional) 
641 - Os Agradecimentos (opcional) 
646 - O Sumário 
651 - A Lista de... (tabelas, gráficos, etc.) 
656 - O Resumo 
661 - O Abstract 
666 - A Introdução 
671 - O Desenvolvimento 
676 - A Conclusão - Considerações Finais 
681 - A Bibliografia (Referências) 
686 - O Glossário (se necessário) 
691 - Os Apêndices e Anexos (se necessários) 
696 - A Contracapa


701 - Exemplos e Esqueleto

 

901 - Trabalhos prontos

Monografia,

TCC,

Resenhas,

Resumos,

Relatórios...

 

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Este Manual é destinado a estudantes em geral, vestibulandos, candidatos a concursos públicos, estudantes universitários, pós-graduandos, mestrandos, enfim, a todos aqueles precisam ou desejam dominar a arte de escrever e fazer trabalhos científicos, redação, relatórios, entre outros.

 

Seu conteúdo é orientado para uma um mínimo de teoria e o máximo de exemplificações práticas.

 

Na coluna da esquerda você tem uma visão de todo o conteúdo do manual. Observe como tudo é abordado de forma progressiva, a partir dos trabalhos iniciais dos primeiros anos e, ao mesmo tempo, como é oferecida uma grande facilidade de acesso a qualquer conteúdo desejado.

 

Para ter uma visão melhor dessa abordagem e também da facilidade de acesso, observe o conteúdo do Manual (abaixo e à esquerda) e veja como eles facilitam a pesquisa, permitindo a navegação por entre os principais aspectos que envolvem a elaboração de um trabalho, desde os pré-requisitos gerais até a apresentação final (formatação).

 

 

Blocos de conteúdos abordados no Manual

 


011 Conceitos Gerais
Conceitos básicos sobre o trabalho escolar; o que é, para que serve...


101 Pre-requisitos gerais
Fichamentos, resumos, resenhas, etc., são essenciais para um bom trabalho.


201 Trabalhos de primeiros anos (Simples)
Elementos para apresentação de trabalhos simples; para quem está iniciando.


251 Pesquisa - conceitos gerais
Conceitos e tipos de Pesquisa Científica. Não ao "achismo".


301 Trabalho Científicos - conceitos e tipos
Conceitos e tipos de Trabalhos Científicos. Para os mais avançados.


401 Metodologia - Normas da ABNT
Citações, notas de rodapé, bibliografia, etc.; para fazer dentro dos padrões.


501 Pré-projeto e Projeto
Elementos para a elaboração de um projeto... ou para o início de um trabalho.


601 Trabalho Científicos - elementos
Elementos para apresentação de trabalhos (avançados); da capa à contracapa.


701 EXEMPLOS E ESQUELETOS
Arquivos Word: Exemplos ("Esqueletos") de trabalhos, já formatados.

Você só precisa escrever ou "colar" o seu texto.


901 TRABALHOS PRONTOS

 

Dezenas de trabalhos prontos

realizados por alunos de faculdades diversas...

Resumos, resenhas, projetos de pesquisa, monografias, TCCs...

Utilize-os como base para os seus próprios trabalhos.

 

Ao adquirir o seu Manual, você o transfere para o seu computador e todos os arquivos (coluna da esquerda) estarão disponíveis para suas pesquisas.

Da mesma forma, você tem acesso aos "esqueletos" e à pasta com os trabalhos prontos, adquirindo assim uma base para fazer seus próprios trabalhos.

 

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Tem o tema e as idéias, mas se atrapalha com a escrita?
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Turma do Fundão

Conversas sobre redação - Dicas e sugestões

TEMA / TÍTULO e SUBTÍTULO

O Tema e o Título, embora profundamente relacionados, não são necessariamente a mesma coisa; podem coincidir ou não. 

Título + subtítulo

Trânsito: ou educação ou salve-se quem puder

Título sem subtítulo

Ou temos educação no trânsito ou salve-se quem puder

INTRODUÇÃO

(Tema, Problema, etc.)

As ruas e avenidas das nossas cidades foram transformadas em um verdadeiro caos e não é exagero dizer que estamos vivendo a lógica do "salve-se quem puder". Mas até que ponto ou até quando esse caos pode ser suportado? E o que pode ser feito para reverter essa situação? Multas? Prisão dos infratores? Educação? Qual é a saída?
DESENVOLVIMENTO

(Principais pontos a destacar; Pontos secundários: dão sustentação aos pontos principais)

A pressa dominou a todos. O prazer de dirigir perdeu espaço para a irritação. Todos julgam ter preferências no transito, inclusive o pedestre, o elo mais fraco -  junto com os ciclistas, os motocilistas... -, os que mais se arrebentam. O desejo de nos mostrarmos está acima da necessidade de nos transportarmos; uns se mostram poderosos econômicamente, outros querem chamar a atenção com sons ensurdecedores, e outros querem se mostrar invulneráveis. Embora um tanto surrealista, não é difícil imaginar - e também presenciar - cenas como pedestres "voando" por entre carros, embaixo de uma passarela, motocilistas buzinando para que postes e muros saiam do seu caminho, e motoristas cometendo tantas infrações que poderiam ter suas habitilitações cassadas em questão de minutos ou de centenas de metros; o que ocorrer primeiro, tamanha é a dificuldade em respeitar um mínimo que seja as regras de trânsito. 

O que está acontecendo? Quais as causas para tanto "alvoroço" em nossas vias públicas? Quais são os fatores sociais, individuais, psicológicos, antropológicos, entre outros possíveis, que afetam a nossa capacidade mental e nos levam a sair para as ruas prontos para nos degladiarmos contra  tudo e contra todos?

Podemos acreditar que a solução é uma só: educação.

CONCLUSÃO

(Fechamento: conclusões, sugestões, etc.)

Embora deva ser admitido que a educação é fator um tanto difícil de ser conquistado, tendo em vista uma infinidade de outros fatores que nos levam a desrespeitar as regras mais elementares de convivência, como a própria agitação e a competitividade da vida moderna, por exemplo, podemos acreditar que é pelo menos o caminho mais indicado. Ou seja, a despeito das mil dificuldades e das tantas razões que nos levam a "odiar" tudo que nos cerca, inclusive os nossos semelhantes, temos de apostar na educação como um caminho para começar a reverter esse quadro ruim que é o nosso trânsito. 

 

Canto do conto, da crônica, da escrita...

 

 

A foto é mais bonita

 

Noutro dia, por insistência da minha esposa, fui com ela visitar uma amiga sua, mamãe recente.

Atravessamos toda a cidade de carro, até chegar no apartamento onde mora o feliz casal, agora mais feliz ainda, com a chegada de uma linda criança para enfeitar o lar. Por sorte era domingo, pouco trânsito, aborrecimento menor.

Fomos recebidos com alegria, beijinhos no rosto, abraços entre as amigas, essas coisas normais desses encontros que ocorrem com freqüência cada vez menor nessa megalópole onde insistimos em viver, como se aqui fosse o único lugar do mundo com possibilidade de vida. Fui apresentado ao casal e esperávamos para ver o bebê; afinal de contas, ele era o pivô de toda aquela odisséia de um domingo a tarde.

Mas antes veio a oferta do uísque, e tive de explicar que não bebia uísque. Cerveja, então? Está bem! Mas só um copo pois estou dirigindo (meus planos não era me deter muito por lá). Mas enquanto os homens tinham pouco para conversar, as mulheres pareciam ter toda uma vida de novidades para colocar em ordem. Além disso, tinha o bolo de chocolate que a sogra trouxera no dia anterior e que minha esposa precisava provar de qualquer jeito. Acho que era uma receita nova. Tinha os brigadeiros que sobraram da festa do batizado, tinha café; um verdadeiro festim.

E na sala; fui obrigado a dizer que não torço para time algum e, ainda assim, agüentar a mesma gozação que sofre aquele torcedor cujo time foi para a segunda divisão. É que o bem humorado e prestativo marido da amiga da minha esposa, não concebia, ou seja, não conseguia acreditar que possa existir alguém nesse país que não torça para time algum. Depois o assunto mudou para a Fórmula Um e eu já pensava seriamente em apanhar uma revista do cesto em frente e me concentrar em alguma leitura, deixando o anfitrião falando sozinho. E até teria mesmo feito isso, se houvesse ali alguma revista decente para ler. Sinceramente, as preferências literárias daquele casal me causavam um certo asco.

Será que sou eu o chato que não torce para time algum, não gosta de Fórmula Um e ainda por cima não se dá com leituras de "amenidades", fofoquinhas sobre artistas de televisão e coisas desse tipo?

E, de repente, não mais que de repente (Salve! Vinícius), minha espinha gelou só de pensar que o rapaz pudesse ter lido meus pensamentos e se lembrasse do aparelho de TV ali em frente; 40 polegadas, última geração. Só o controle remoto exigia um curso de três meses, com oito horas de aula prática por dia até ser completamente dominado.

- Quer ver televisão?

E não é que ele tinha realmente lido os meus pensamentos? Gelei mais ainda, tentando adivinhar que tipo de programa ele iria escolher para me fazer sala. Como se eu não soubesse. Além do mais, já imaginou se ele resolve perguntar quem eu eliminaria daquele reality show  de sucesso?

- Não se incomode - eu disse. - Não faço questão de televisão.

Devo ser realmente um chato.

- Música, então? Gosta de música?

Era melhor que nada, desde que, pelo menos, ele procurasse antes conhecer o meu gosto musical ou então que deixasse tocar uma obra até o fim ao invés de ficar mostrando pequenos trechos, o tempo todo.

E seu eu dissesse que gosto de música mas que tenho preferência por aquelas de raiz, não comercial, e por aí afora? Por certo iria me chamar de chato. Preferi então apressar minha esposa para irmos embora.

- Mas já? - interpelou a mamãe feliz. - Você nem viram o meu bebê ainda. Esperem que eu vou buscar o álbum.

E ficamos uns quarenta minutos ou mais folheando o álbum de fotografias do neném. Para um garotinho de apenas dois meses, até que ele já estava bem familiarizado com as novas tecnologias. Havia nada menos que três grandes álbuns com cerca de 60 fotos cada um.

E o feliz papai fazia questão de ressaltar que eram todas fotos tiradas com máquina digital e depois transformadas em fotos comum, ou seja, impressas. É que de tanto mostrar as fotos para os visitantes e parentes, descobriram que é mais fácil vê-las assim, no álbum, ou seja, à moda antiga, do que reunir a família em frente ao computador.

E tome foto! Foto do casamento (claro!, foi por aí que o bebê começou); foto da mamãe barriguda; foto da mamãe barriguda assistindo ao futuro papai enquanto ele lavava o carro na calçada, num dia de sábado (nem precisei me esforçar para imaginar o som do carro naquele momento); uma foto do futuro papai no volante do carro (e eu me perguntando o que aquilo tinha a ver com o bebê); foto do hospital onde o bebê nasceu; foto do médico que fez a cesariana, da enfermeira que assistiu ao médico...

Pausa, por respeito ao leitor.

... e é claro, também muitas fotos do bebe, desde o momento em que foi arrancado da barriga da mãe por meio do mais natural sistema de parto da atualidade: a cesariana, até seu banho de três dias atrás.

- As que tiramos ontem ainda não ficaram prontas - explicou gentilmente a mamãezinha. - Mas na próxima vez que vierem...

Para falar a verdade, nunca vi um bebê tão devassado como aquele. Só faltou mesmo a foto do seu primeiro cocô, do primeiro xixi. É que essas coisas não costumam acontecer com hora marcada e então nem sempre tem um fotógrafo de plantão para capturá-las.

E de tanta insistência (ou chatice) minha, acabamos deixando aquele apartamento e o feliz casal com o álbum de fotografia do seu lindo bebê. Minha esposa, inclusive, percebeu como de fato o bebê era lindo e mal entramos no carro, comentou isso.

- Lindo e fofinho o filhinho deles, não é mesmo?

- Realmente! - concordei. - São fotos maravilhosas, muito bem tiradas, e ficaram boas mesmo depois de serem convertidas do sistema digital para a impressão em papel comum. Agora, quanto ao menino, já não sei te dizer se é bonito ou não, pois ninguém me mostrou o garoto.

- E não é que é mesmo? - admirou-se minha esposa.

- E digo mais - acrescentei. - Se era para atravessar toda a cidade para ver algumas fotos, não seria mais fácil tê-las recebido pelo correio? Ou então, como estamos na era da tecnologia, que eles as enviassem para nós via internet, já que eram fotos originalmente digitalizadas?

Mas depois, no caminho de volta, começamos a comentar e perceber a importância da imagem nos dias de hoje. E chegamos à conclusão que o fazer já não vale mais nada, pois o que importa é ver (e mostrar) o que foi feito.

A mãe de um bebê não acredita que você tenha de fato conhecido o seu lindo filho, se não viu as fotos também. Ou, como nesse caso, as fotos foram suficientes.

Você vai a uma festa qualquer e, na semana seguinte (ultimamente tem sido no dia seguinte) é convidado a voltar para ver as fotos.

E se pensarmos direito, veremos que o turista viaja um fim de semana ou um mês todo com a única preocupação de tirar fotos (ou gravar com sua câmara) para depois ficar revendo infinitas vezes e, mais que isso, mostrando para todos as delícias da sua viagem. Mas aí eu me pergunto, o sujeito realmente aproveitou as delícias da viagem ou ficou apenas tirando fotos?

Antes de chegarmos em casa, passando em frente a um motel, ocorreu-me então a mais terrível das constatações sobre o efeito mágico da imagem no imaginário do ser humano. É que com tanta facilidade para se tirar fotos e gravar imagens, muitos casais estão adotando a técnica de gravar até mesmo as suas relações sexuais, para assistir depois. E aqueles que não dispõem de meios para gravar essas imagens, compram imagens gravadas por outros.  Quer dizer, o gosto agora já não está mais em praticar sexo, mas sim em ver o sexo sendo praticado.

Chego à conclusão então de que, do mesmo jeito que atravessamos toda a cidade para ver fotos (e apenas fotos) de um bebê, não está longe o dia em que os casais se recolherão em seus quartos, ou então irão para motéis, apenas para assistir filmes sobre  relações sexuais... e nada mais. Ou então, o que é de estarrecer, se porventura chegarem a transar, logo convidarão os amigos para "compartilhar o prazer" de ver o filme.

Crônica escrita por Eudes Mazelli (abr/2003)

O

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Mudanças na Língua Portuguesa

Após o Acordo Ortográfico em vigor a partir de 2009

ANTES

(como era)

ATUAL

(como deve ser)

ALFABETO

Nosso alfabeto passa a ter 26 letras, incorporando o K, o W e o Y. 

A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, X, Z.

A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, N, O, P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z.

TREMA

Em desuso na prática há um bom tempo, o trema passa a ser abolido oficialmente.

Agüentar, bilíngüe, cinqüenta, conseqüência, freqüência, lingüiça, tranqüilo.

Aguentar, bilingue, cinquenta, consequência, frequencia, linguiça, tranquilo.

ACENTO AGUDO

Nos ditongos abertos ("éi" e "ói") das palavras paroxítonas

ATENÇÃO! Ditongos abertos em palavras oxítonas continuam acentuadas (céu, heróis, papéis, troféu, etc.)

Alcatéia, assembléia, bóia, colméia, geléia, heróico, idéia, jibóia, jóia, platéia

Alcateia, assembleia, boia, colmeia, geleia, heroico, ideia, jiboia, joia, plateia

ACENTO CIRCUNFLEXO

Em palavras terminadas com sílabas dobradas

Abençôo, crêem, dêem, enjôo, lêem, magôo, perdôo, vêem, vôos, zôo

Abençoo, creem, deem, enjoo, leem, magoo, perdoo, veem, voos, zoo

ACENTO DIFERENCIAL

Não se utilizam mais o acento audo ou circunflexo, que serviam para diferenciar algumas palavras.

Ele gosta de jogar pólo e sempre que vê uma quadra ele pára o carro para jogar.

Os ursos do pólo Norte têm pêlos brancos e se escondem pelos caminhos de gelo.

Ele gosta de jogar polo e sempre que vê uma quadra ele para o carro para jogar.

Os ursos do polo Norte têm pelos brancos e se escondem pelos caminhos de gelo.

HÍFEN

Veja esses casos

Quando a segunda parte de uma palavra composta começava por "s" ou "r", era necessário o uso do hífen. Agora não é mais, bastando apenas repetir as respectivas letras.

anti-religioso, anti-social, contra-regra, micro-sistema, semi-reta

antirreligioso, antissocial, contrarregra, microssistema, semirreta

Também era usado o hífen quando o prefixo termina em vogal diferente da vogal com que começa a segunda palavra
Agro-indústria, ante-ontem, anti-aéreo, auto-aprendizagem, extra-escolar, infra-estrutura, semi-aberto, semi-analfabeto Agroindústria, anteontem, antiaéreo, autoaprendizagem, extraescolar, infraestrutura, semiaberto, semianalfabeto
Era usado e continua sendo usado, nas palavras compostas em que a última vogal da primeira é igual à primeira vogal da segunda.
Anti-inflamatório, auto-observação, contra-atacar, semi-interno, micro-ondas Anti-inflamatório, auto-observação, contra-atacar, semi-interno, micro-ondas
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